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O QUE NOS FAZ APROXIMAR DOS POMBOS

  • Criado em: 13/02/2020
  • Fonte: www.columbofilia.com.br
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Descrição:

Abordagem da maneira com que o homem identifica seu interesse pelos pombos é inerente a sua própria condição humana. Todo ser humano somente se sente feliz com aquilo que satisfaz as suas inclinações. Quando essas inclinações são atendidas nós falamos está bom, quando essas inclinações não são atendidas, nos falamos está mal.

Cada pessoa tem as suas preferências, cada um se sente atraído por algumas coisas. Nós só nos movemos em relação alguma coisa sobre a qual nos interessamos ou por alguma coisa que nos sentimos atraído. Se algo nos atrai é porque tem algo dentro de nós que é compatível com aquele elemento e por isso nos identificamos. Simplesmente, aquilo mexe com algo dentro nós, algo vibra em nós e a vibração provoca em nós uma sensação que gostamos. Assim é natural irmos em direção àquele elemento que promove em nós um sentimento prazeroso. O humano consegue decodificar muito bem seus estados emocionais e aos poucos vai aderindo a uma ou outra coisa. 

É perfeitamente distinguível em nós aquelas coisas que vamos nos deparando pelo mundo e que nos atrai, que nos são mais agradáveis, nos revela o lado pessoal e representa a base do nosso processo emocional. Com as emoções e os sentimentos nós valorizamos o mundo da columbofilia e com a razão nós entendemos este mundo. Podemos estabelecer um julgamento agradável em relação aos pombos, e participar deste mundo, compreender este mundo, até considerar que o pombo pode ser uma fascinação irremediável para muita gente. O pombo faz parte de uma interação com uma infinidade de laços afetivos e sentimentais, portanto, as inclinações por pombos correspondem a alegria da sua presença.

A relação homem-pombo oferece a vantagem de ser isenta de confrontos e totalmente isenta de mensagens contraditórias. Nossa relação com estas aves está entre uma das mais significativas na vida dos columbófilos.  O que está por trás da vida do homem é o prazer, em outras palavras, o homem é regido pela lógica do prazer. Tudo que fazemos e que aparentemente tem explicações supercomplicadas só tem uma única e verdadeira explicação, nem sempre percebida e encontra-se traduzida pela vontade.